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Bezerro segue firme em SP: relação de troca já exige 9,5 arrobas por cabeça
O mercado de reposição em São Paulo fechou a semana com firmeza em todas as categorias, e cinco delas registraram valorização. O levantamento é da Scot Consultoria, que aponta a oferta enxuta de animais jovens como principal sustentação do viés de alta.
Entre os machos Nelore, na comparação semanal, o garrote subiu 0,3%, o bezerro de ano avançou 0,5% e o bezerro de desmama teve alta de 0,4%. O boi magro foi a exceção e permaneceu estável no período.
Nas fêmeas Nelore, o movimento foi mais forte: as bezerras de ano subiram 1% e as de desmama, 1,4%.
É aqui que o pecuarista enxerga o impacto real no bolso. Segundo o levantamento, hoje são necessárias:
O dado mais expressivo do ano, porém, é outro: o ágio do bezerro de desmama em relação ao boi gordo avançou 44,2% no acumulado de 2026, chegando a 46,1% no mercado paulista. Na prática, o animal de reposição encareceu muito mais rápido do que o produto final.
A previsão é de um mercado em ritmo lento, com oscilações limitadas. O quadro é de impasse: os vendedores tentam sustentar preços mais altos, enquanto os compradores seguram a negociação à espera de oportunidades melhores.
Para quem trabalha com recria e engorda, o recado é de planejamento. Com o bezerro nesse patamar, a margem passa a depender menos do preço de compra e mais do que acontece dentro da porteira — ganho de peso, sanidade e conversão alimentar.
Vale lembrar que a eficiência do manejo entra direto nessa conta. Animal que perde peso em embarque mal conduzido, que se machuca em estrutura inadequada ou que sofre estresse desnecessário no curral custa caro quando a arroba de reposição está nesse nível.
Com informações da Scot Consultoria.

Manejo inteligente: o caminho para mais lucro na pecuária
No agronegócio moderno, a lucratividade não vem só do peso da arroba, mas sim da eficiência em cada etapa da produção. Um fator muitas vezes negligenciado — mas que faz toda a diferença — é o manejo do gado.
Manejo brusco, instalações mal projetadas e transporte inadequado geram estresse animal. O resultado?
Ou seja: cada erro de manejo significa dinheiro que escorre pelo ralo.
Quando o gado é conduzido de forma racional, com manejo inteligente, com calma e em estruturas adequadas, os ganhos são claros:
Em números: segundo estudos da Embrapa, pecuaristas que investem em manejo racional e bem-estar animal conseguem aumentar até 15% a rentabilidade por arroba.

Aqui entra o papel da Currais Itabira, que há mais de 49 anos ajuda pecuaristas de todo o Brasil a transformar manejo em lucro.
Nossos currais fabricados de concreto protendido e autoadensável foram desenvolvidos para:

O pecuarista que entende que manejo é investimento, e não custo, se posiciona à frente no mercado. Com carne de melhor qualidade, menor desperdício e maior eficiência, o resultado final é um só: mais lucro por cabeça e mais competitividade no setor.
E a Currais Itabira é a parceira ideal nessa jornada.
Currais itabira
Há 50 anos, desenvolvemos soluções em engenharia para tornar a pecuária mais segura, produtiva e eficiente.
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Projetado para reduzir o estresse do gado durante o manejo, com fluxo curvo e visão bloqueada — mais segurança, agilidade e bem-estar animal.
Estrutura robusta e funcional para o manejo tradicional do rebanho, com durabilidade e custo-benefício para todo tipo de propriedade.
Ideal para exposições e leilões, com layout pensado para exibição, movimentação segura e conforto dos animais durante o evento.
Bebedouros, cochos, mata-burros e creep feeding, soluções complementares que aumentam a praticidade.
O Painel Itabira foi desenvolvido para transformar a construção de áreas de manejo, simplificando cada etapa da instalação.
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